sexta-feira, 26 de maio de 2017

Morrer de rir

O palhaço e a contorcionista



Num entre atos atras das cortinas, 
desgraçadamente se encontram nos bastidores
o palhaço sem graça e contorcionista tímida,
aproveitam pra tomar uns tragos.

Ao ver que menina o encara, 
Sem graça o palhaço sorri. 
Ela rir de vergonha e 
Por trás da lona se esconde.

- nunca gostei de palco, ela diz se contorcendo.

-nunca gostei de aplausos, contesta o palhaço

-tenho fotofobia, prefiro me esconder no contraluz, ela.

 - sou anarquista, sempre me dei bem com o contra regra, ele.

 - sou fatalista, prefiro saltar em queda livre do que viver em equilíbrio, ela.

 - gosto de chorar em público, não há maneira melhor de rir de si, diz o palhaço.

 - sempre rio fora de hora, ela ri, ninguém entende minhas piadas.

 Os dois riem. Hahaha

 - vivo sempre invertida, fugi do circo ao invés de fugir com ele, suspira nostálgica a cigana. Já pensou em fugir?

 - não há como fugir de nós mesmos. Tu não te moves de ti. O palhaço tomou um tom serio. Fugir de que?

 - queria fugir de ser eu. Sinto q não me caibo. Ser flexível não basta. Queria ser água, queria correr por todos os lugares ao mesmo tempo sem nunca ser nada.

 - mas sushi num nada!hahaha

 - adoro paixe cru! Você comeria um peixe vivo?

 -ahh credo! Prefiro chucrute

 - então quero ser gueixa! deixa?

 - então serei samurai

 - me mata bem lentamente em um golpe fatal?

 Nesse hora os dois se olham e riem. Não há beijos que os olhos não deem.

 - agora!

- mas agora?

- já disse que sou fatalista. Já ouviu falar de agorafilia?

- mas nem chegou...

- o samurai atirador de espadas

- ... e a gueixa harakiri.

- vamos fugir?

- pra onde?

Ela olha em todas as direções. Aponta pra cortina.

- ali!

- tem certeza?

- não! Hahahah

 Num só pulo os se atracam.
E saem rolando e param num foco de luz. 
Ignorando o publico continuam se contorcem fingindo que nada mais existe. 
O publico assustado fica assistindo horrorizado! 
Porem os dois não se importaram. 
O mundo se apaga quando as luzes se acendem.

sexta-feira, 12 de maio de 2017

sofrimento produtivo: devolução permitida

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Onde os Cascos Não Tocam

Por mais queas
curvas se faces
por mais queos
rios oscilem les
descansem suas
águas,tais
atos
precedem
a queda
Ecom a
queda
se faz
força.
De rios
se faz
o mar
Deágua
se faz
o meu
corpo
Não me preocupam
ventos que  te sopram
os cochichos que
Te norteiam
sua bússola.
Onde tiver água
fluirei
pelas encruzilhadas
te encontrarei.

sábado, 16 de julho de 2011

Marina Cansada de Esperar

Ah, seu barco, seu casco,
que águas tocam?
Que ventos sopram
seus cabelos de aguaesal?

Percorre águas distantes,
abundantes demais,
ou atraca-se em algum cais?
Deixou-se iludir
pelo brilho do cobre,
pelo ouro do sol,
que é fogo falso
e nada mais.

E agora,
que direção
sua bússola aponta?
onde vai encontrar
meu perdão?
Volta.
com cheiro
de mar(mim),
areia  bem fundo
nos bolsos
um sorriso
Nada mais (nunca mais).

Esqueça a imensidão;
acolhe em meus braços (barco),
cansado terreno e brutal.
Se deixe afogar
Seu cansaço
Meu peito vazio
petrificado e milenar
porto
seguro jamais.

Se Entenda



I

Aceite. Tome pra si o fato
que a tua boca sobre a minha
é trato. Encare agora ou antes;  
antes que o trançar desfaça, antes
que as minhas meias escorram
como a água e ralo,  tome,
se agarra agora ao meu corpo,
respire fundo meu sopro,
ande em cima
do pulso e compasso
do meu coração.

O corpo que
foge ao tempo,
eterno, a  fome
de vagar
pelo emaranhado,
por dentro.
Se esconde
pensar nas luas
lembrar que é lento
o pensar a tua carne
o peito austero e a fome

Acima urde o tempo,
bater do tempo
batendo sob minhas veias,
desde sempre
a vida escorre
entre os relevos.
Compasso. Batendo.

Descola da sua pele viva
olhar de um corpo novo,
Sem tentar ouvir .
Andei andei e dei
de cara com o muro,
antes devo gritar, com toda minha força, ao ódio
tristeza em mim, ilhada, a água
batendo sem cessar nas pedras. Devo gritar.
Digo isso a mim mesma e ao tempo. Mas do teu lado eu me deito.

Imensa. De onda e ódio e dor.

The Abode of Time

The Abode of Time


1: About the Fish Event
 
“Who puts himself in the place of another person, neither kills nor induces the other to kill." Buddharakkhita, trans., The Dhammapada

I would like to explain why I cried when I saw the boy torturing a fish.
First, the fish's death was not associated with any kind of necessity, since such fish can not be eaten by having poison. So, its death can not be justified by survival arguments.
I was not crying for the death itself - I instinctively know about the eternity of life. It was not only because I got into the fish’s skin looking into their eyes while it was suffering, feeling its pain and despair as if were mine.
I didn’t cry just because I looked to the boy into the fish’s eyes. Did the boy not see in the fish the same life that himself does? The boy is as the fish shaking for help. For only those who suffer face with indifference the other’s suffering.
I cried because I felt impotent from to the violence.


2: In Nature Everything Has Function
After the fish’s event, passed us an old man who I had long been sympathized with. He was walking on his slow continuous step. He carried fishes in a bag, a hat on his head and a serene smile on his face.
  • Good morning, Sr. Vicente! Is it for lunch?
  • Yes, it is. You are welcome.
Sr. Vicente looked in silence the boys fishing and said:
  • In nature everything has a function. A lot of people do not know this, because they do not look, but this is very important.

Such speech seems simple and even obvious and for many would go unnoticed, as something already known. But it touched me. His posture, his smile, but mostly Vincent's eyes said a lot. They were clear and open, attentive as a glass ball containing an ocean and sky. His deep and simple words came from a sincere relationship with nature and are the expression of his own life.

All most of us is a dense mass, that even in silence echo our dense thinking. Moving in space, we move the space itself. But Vicente did not. His body were made of fluid lines that did not sweep the wind. He was translucent.

Vincent discreet followed his fate. Smiling about how empty words can be. Wisdom is acquired only through time, silence and the look that does not search for senses.
Slowly and steady, Vicente went away, Leaving only a spark that joined to the fire that burns in me.


3: Eternity
We were on the dune of the funnel, where the sand formed a sea of ​​giant waves. Its abysmal size can not be compared. White, copper, brown. The sand so much and the sun was almost screaming! The Wind carried the sand and walked in patterns that could only be seen from a distance.
The wind was dancing and inviting to joying. The birds spread their wings and glided effortlessly. Blown ears made music. The sand was constantly moving, as if each grain of sand knew that it can not be fixed, that existence is a constant mutability.
The landscape’s beauty emanates a mystical essence. How beautiful is the passage of time! seconds after day after seasons, year, incarnation. That's the beauty secret: ephemerality - flowers, caterpillar’s cocoon, fire and the sea. To live is to die constantly.
Is Death who kisses my eyes while I dream, who goes freezing up and down my skin when I am in love and who puts me in the present moment, in this moment, as the only existing. Death allows me to live. She repeats my past and my future and condenses it now and allows me to be new each moment. Is Death who blows and draws with the grains of sand on the dune. As I live and love, impossible not to recognize that this world is the Death’s empire.
The silence was broken by an unpleasant noise. It was mechanical and brutal and comes from fear and attachment.
Motorized quadricycles passed ripping the perfect flat of the dunes. Spreading sand and breaking with the aurea that embraced the landscape. On seeing the scene, one of the boys wisely translated into words the fragility and despair of the drivers, that could be any one.
"They do it to feel immortal."

domingo, 30 de abril de 2017

Xau ingratidão! já fué loko!


Ainda sim luz

https://youtu.be/6p6YkDge5A8

https://persistentenlightenment.com

https://commons.m.wikimedia.org/wiki/File:Panopticon.jpg

Open main menu   Watch this page File:Panopticon.jpg  Size of this preview: 544 × 600 pixels. Other resolutions: 218 × 240 pixels | 435 × 480 pixels | 697 × 768 pixels | 929 × 1,024 pixels | 2,179 × 2,402 pixels. Original file ‎(2,179 × 2,402 pixels, file size: 1.29 MB, MIME type: image/jpeg) Summary Description English: Plan of the Panopticon Date 1843 (originally 1791) Source The works of Jeremy Bentham vol. IV, 172-3 Author Jeremy Bentham (1748–1832)      Description British philosopher and legislator Date of birth/death 15 February 1748 6 June 1832 Location of birth/death London London Authority control  VIAF: 59078842 ISNI: 0000 0001 2280 5406 LCCN: n79040051 NLA: 35017525 GND: 118509187 WorldCat Licensing  This work is in the public domain in its country of origin and other countries and areas where the copyright term is the author's life plus 100 years or less.  You must also include a United States public domain tag to indicate why this work is in the public domain in the United States. This file has been identified as being free of known restrictions under copyright law, including all related and neighboring rights. File history You cannot overwrite this file. File usage on Commons File usage on other wikis Metadata This file contains additional information such as Exif metadata which may have been added by the digital camera, scanner, or software program used to create or digitize it. If the file has been modified from its original state, some details such as the timestamp may not fully reflect those of the original file. The timestamp is only as accurate as the clock in the camera, and it may be completely wrong. Orientation Normal Horizontal resolution 300 dpi Vertical resolution 300 dpi Last edited 3 years ago by Paulbe  Content is available under CC BY-SA 3.0 unless otherwise noted. Terms of UsePrivacyDesktop

Op

Pan

Vigiar e punir


Wikipédia

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Pan-óptico

Planta da estrutura do Panóptico idealizado por Bentham

(desenho do arquiteto inglês Willey Reveley, 1791).
Pan-óptico é um termo utilizado para designar uma penitenciária ideal, concebida pelo filósofo e jurista inglês Jeremy Bentham em 1785, que permite a um único vigilante observar todos os prisioneiros, sem que estes possam saber se estão ou não sendo observados. O medo e o receio de não saberem se estão a ser observados leva-os a adotar o comportamento desejado pelo vigilante.

Por requerer menor número de vigilantes, o sistema pan-óptico teria, segundo Bentham, a vantagem de ser mais barato do que o adotado nas prisões de sua época, sendo aplicável não só às prisões mas a qualquer outro tipo de estabelecimento baseado na disciplina e no controle.

A Mulher de Shakyamuni

Do ponto de vista feminino, a história do buda é uma história de abandono.

Quero ver se iluminar sem abandonar ninguém!

A Terra iluminada é aqui e agora!

Mulher não pode não?

Relembrar é reviver


terça-feira, 10 de janeiro de 2017
Reflecções Noturnas Sobre Educação: descaminho dos modernos

"A Terra pertencerá unicamente àqueles que vivem das forças do cosmos"




Saludo  à  você,
pela disposição
de me ler.

À meus mestres da vida.
Minha família ampliada
que  por todos
os lugares
me acolhem
como
filha legítima
do cosmos
e me ajudam
a ser
eu mesma
através de seus
exemplos.







A.dor.no escreveu
"depois de Auschwitz escrever um poema é bárbaro."

Com dezesseis anos,
no segundo ano do ensino médio,
fui suspensa.
Amigas mais jovens
me pediram ajuda
para sair da escola
para ir a um
parque próximo.
Mas uma das meninas
não tinha autorização de seus pais.

Porque eu era do grêmio estudantil,
elas me pediram para ajudar
a conversar com a secretária.

Assim,
criamos uma estratégia
para omitir
a parte burocrática
e sair da escola.

Então elas foram para o parque
e eu voltei para a escola.

Mas a secretária sentiu
que era algo suspeito
e decidiu ligar para os pais da menina.

Os pais se sentiram muito mal
e inseguros sobre a situação,
pressionando a menina e a escola
para encontrar um responsável.

A menina, assustada, apontou como A responsável.

B.
"Quem, porém,
confiaria em um mestre-escola que declarasse a dominação das crianças pelos adultos como o sentido da educação?

Não é a educação,
antes de tudo,
a indispensável ordenação
da relação entre as gerações e,
portanto,
se se quer falar de dominação,
a dominação das relações entre as gerações,
e não das crianças?

E assim também a técnica
não é dominação da Natureza:
é dominação da relação
entre Natureza e humanidade.

Os homens como espécie estão,
decerto, há milênios,
no fim de sua evolução;
mas a humanidade
como espécie
está no começo."

O orientador me suspendeu
para dar uma resposta
aos pais
e um exemplo
aos alunos,
afirmando
que eu estava incentivando
as meninas a usar drogas.

As drogas eram
um problema real
na minha escola.
Mas não só
entre os alunos,
também entre os pais
e os professores.

Então eu descobri o que meus professores realmente pensavam sobre mim.

W.B. disse "Quem, porém, confiaria em um mestre-escola que declarasse a dominação das crianças pelos adultos como o sentido da educação? Não é a educação, antes de tudo, a indispensável ordenação da relação entre as gerações e, portanto, se se quer falar de dominação, a dominação das relações entre as gerações, e não das crianças?"

Que eu era um mau exemplo para os outros estudantes;
porque
Eu preferia ir ler
na biblioteca
do que estar
na classe;

Porque
Eu tentei criar
um grêmio estudantil
(que nunca existiu de verdade na minha escola);

Porque
Eu gostava de conversar
com as pessoas
sobre os
seus trabalhos,
com os alunos
sobre o que
esperavam
da escola.

Eu era um exemplo ruim .
porque meu sonho era viajar
ao redor do mundo
descobrir onde
e o que estudar
para ter uma vida
criativa e dinâmica.

Eu queria estudar mais
do que apenas um curso.

Eu sempre tive o sonho
de fazer algo significativo.

Então
Eu não iria para a universidade
até descobrir que universidade
eu realmente poderia
ser feliz estudando.

Mas principalmente
porque
Eu confiava
nos alunos
e
em mim mesma.
 

Caieiro Disse "

"pensar é






estar





doente dos olhos"



Minha escola era
uma escola construtivista,
mas muito cara
e para todos pais
um grande esforço a pagar.

Portanto,
negar o caminho
da universidade
foi uma afronta
aos seus esforços e valores.

Meu único desejo
naquela época
era ser dona
do meu próprio tempo.

Eu tinha
todos os dias
a sensação de estas
em uma prisão.

Benjamin também disse:

"Os Luna Parks são uma pré-forma de sanatórios.

O calafrio da genuína experiência cósmica não está ligado àquele minúsculo fragmento de natureza que estamos habituados a denominar "Natureza".

Nas noites de aniquilamento da última guerra, sacudiu a estrutura dos membros da humanidade um sentimento que era semelhante à felicidade do epilético.

E as revoltas que se seguiram eram o primeiro ensaio de colocar o novo corpo em seu poder.

A potência do proletariado
é o escalão de medida
de seu processo de cura.

Se a disciplina deste
não o penetra até a medula,
nenhum raciocínio pacifista
o salvará.

O vivente só sobrepuja a vertigem do aniquilamento na embriaguez da procriação."

Então,
no mesmo dia em que o orientador
me disse que eu seria suspensa,
ele também me disse
que eles planejavam me fazer
repetir o ano letivo.

Depois dessa situação,
senti que nunca mais
poderia confiar
em uma instituição de ensino.

Eu senti que eu estava sendo traída
pelas pessoas que estavam lá para me proteger.

Foi a minha primeira grande decepção com figuras de autoridade.



Encorajada pela minha Mãe e alguns Amigos da SGI da minha Comunidade

decidi transformar

O fato
em
uma oportunidade.

lembre do meu sensei
IKEDA escreveu



O luar estava belo!

Seu coração não se acovarda.
A covardia é irresponsabilidade.
É esquecer de lutar
pelo bem das pessoas.



Então eu decidi
provar a Ele
mas principalmente
à mim mesma
o meu potencial.
Comecei a estudar muito.
Fiz todos os exames
e fui aprovada
com excelentes
e bons resultados
em todas as provas.

Após 21 dias
meu tornei Eu

(talvez uma das únicas)

alunas
que conseguiu
ser aprovada
em seis exames de recuperação
com o conteúdo escolar
do ano inteiro.

Até então,
depois de três matérias escolares,
o aluno seria
reprovado automaticamente
sem chance
de qualquer exame
ou avaliação.

Como aconteceu com minha amiga Olivia,
que não teve a chance de fazer as provas de recuperação.

Então ser suspensa
foi para mim uma chance
de provar que eu era mais
do que números ou pontuação
e eu fiz.


Educação se tornou
a questão central da minha vida.


exatamente um ano depois
uma menina da minha sala
chamada Corina
colocou em nosso mural

"não é sinal de saúde estar adaptada a uma sociedade doente"

E algum tempo depois
morreu aos 17 anos
Seu coração desaceleurou tanto
que parou enquanto dormia
ao lado do namorado
depois de uma festa
devido a uma propensão genética
que ela ignorava

Mas principalmente
por causa
da falta diálogo
sobre o uso
de substâncias
químicas.

Benjamin disse,
"O trato antigo com o cosmos cumpria-se de outro modo: na embriaguez.

É embriaguez, decerto,
a experiência na qual
nos asseguramos unicamente
do mais próximo e do mais distante,
e nunca de um sem o outro.

Isso quer dizer,
porém,
que somente na comunidade
o homem pode comunicar
em embriaguez com o cosmos.

É o ameaçador
descaminho dos modernos
considerar essa experiência
como irrelevante,
como descartável,
e deixá-la por conta do indivíduo
como devaneio místico
em belas noites estreladas.

Não,
ela chega
sempre e sempre
de novo
a seu termo de vencimento,
e então povos e gerações
lhe escapam tão pouco
como se patenteou
da maneira mais terrível
na última guerra,
que foi um ensaio de novos,
inauditos esponsais
com as potências cósmicas.

Massas humanas,
gases,
forças elétricas
foram lançadas ao campo aberto,
correntes de alta freqüência
atravessaram a paisagem,
novos astros ergueram-se no céu,
espaço aéreo e profundezas marítimas
ferveram de propulsores,
e por toda parte cavaram-se
poços sacrificiais
na Mãe Terra.
Essa grande corte feita
ao cosmos
cumpriu-se pela primeira
vez em escala planetária,
ou seja, no espírito da técnica.

Mas,
porque a avidez do lucro
da classe dominante
pensava resgatar nela
sua vontade,
a técnica
traiu a humanidade e
transformou o leito de núpcias
em um mar de sangue.
Dominação da Natureza,
assim ensinam os imperialistas,
é o sentido de toda técnica."

Uma das previsões para 2030 feita pelo Thomas Frey, do instituto da Vinci foi:

"A maior empresa de internet do mundo estará relacionada ao negócio da educação e será uma empresa da qual ainda não ouvimos falar."

Benjamin também disse:

"Os Luna Parks são uma pré-forma de sanatórios.

O calafrio da genuína
experiência cósmica
não está ligado
àquele minúsculo
fragmento de natureza
que estamos habituados
a denominar "Natureza".

Nas noites de aniquilamento da última guerra,
sacudiu a estrutura dos membros da humanidade
um sentimento que era semelhante
à felicidade do epilético.

E as revoltas que se seguiram
eram o primeiro ensaio de colocar
o novo corpo em seu poder.

A potência do proletariado é o escalão de medida de seu processo de cura.

Se a disciplina deste não o penetra até a medula, nenhum raciocínio pacifista o salvará.

O vivente só sobrepuja a vertigem do aniquilamento na embriaguez da procriação."









A morte de Corina foi como se eu tivesse matado a mim mesma. Senti a dor de sua mãe. a ausência de seu pai.

Senti
desde então
sua estrela
como minha
guia.

Ela a menina
Corina
Amélia
Ofélia.

Eu mesma.

Que nunca teria coragem de me matar.

Pois amar a vida é a minha missão.
Não importa as provações.
Não me importam as clausulas
ou  as condições

Não Escravizarei Meu Amor À Nada!

Pois
o Sol
me ilumina todos os dia.

E a Terra
Abraça meus sonhos.

que durmo e vivo
todos os dias
a todos os momentos.

O AFETO É REVOLUCIONÁRIO!

Os homens se apoiam tanto no afeto de suas mães
que se desesperam ao ver uma mulher chorar.

Temos que
EXPANDIR URGENTEMENTE O CONCEITO EDUCAÇÃO

A única instituição de ensino
a qual eu respeito
é aquela em que

qualquer pessoa
pode ser soberana de si!

E AQUI
NESTE MOMENTO

e quizáz
no mondo.



a única
"instituição de ensino"
na qual eu acredito
é
o AMOR
e
a NATUREZA









Postado por Tarcila às 10:46 2 comentários: 

Mestre poeta laureado do mundo

construir templos
domingo, 30 de abril de 2017
Sensei
construir templos

terça-feira, 4 de abril de 2017

Poeta Laureado do Mundo

Atualmente Presidente da Soka Gakkai Internacional Uma existência dedicada à Causa da Paz " Desnecessário é dizer,eu não sou um poeta. Mas,de tempos em tempos,numa tentativa de expressar minhas emoções pessoais ou idéias,produzi meu próprio estigma poético,dando-lhes uma expressão tão livre quanto possível. Uma vez Goethe disse: 'Todos os meus poemas,são poemas ocasionais,sugeridos pela realidade cotidiana e, estão contendo um firme alicerce.' Posso dizer também,que os meus poemas emergem da realidade cotidiana ou mais especificamente,do redemoinho de atividades diárias que eu, como qualquer pessoa comum,com ele encontra-se comprometido. Incorporando os sentimentos que me vem à tona no contato com amigos ou meus diálogos com jovens,estes poemas têm sido anotados há anos em meu diário ou nos diversos cantos de minhas anotações. Muitos deles foram compostos enquanto eu viajava pela Causa da Paz ou, em momentos de repouso,antes de retirar-me à noite. "

D. Ikeda Poemas extraídos dos livros: ***Hopes and dreams ***Songs from my heart Tarcila às 04:03

Tarcila às 00:25

Sufistas


construir templos
domingo, 2 de abril de 2017

Oração

“Senhor meu, concede-me o dom de uma língua de veracidade que possa dar expressão ao Testemunho da Verdade e distingue-me com clareza e eloqüência por intermédio das Palavras que tudo incluem. Protege-me em todas as minhas falas de pedir o que por direito não me pertence e faz-me falar de acordo com uma visão interior. Ó Deus, refugio-me em Ti de qualquer discurso que crie confusão ou resulte em discórdia ou semeie dúvida. É de Ti que todas as palavras são recebidas; é de Ti que todas as sabedorias são obtidas.” Ibn Arabi.


Cavalaria

“Vem, seja você quem for, não importa se você é um infiel, um idólatra, ou um adorador do fogo, vem, nossa irmandade não é um lugar de desespero, vem, mesmo que você tenha quebrado o seu juramento mil vezes, vem assim mesmo, vem!”. Masnavi, Rumi.

Tarcila às 21:12